{"id":1373,"date":"2025-03-24T11:28:04","date_gmt":"2025-03-24T14:28:04","guid":{"rendered":"https:\/\/espacolivresergipe.com.br\/?p=1373"},"modified":"2025-03-24T11:28:05","modified_gmt":"2025-03-24T14:28:05","slug":"valdice-teles-e-mariano-antonio-sao-homenageados-nesta-edicao-da-egbe-mostra-de-cinema-negro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacolivresergipe.com.br\/index.php\/2025\/03\/24\/valdice-teles-e-mariano-antonio-sao-homenageados-nesta-edicao-da-egbe-mostra-de-cinema-negro\/","title":{"rendered":"Valdice Teles e Mariano Ant\u00f4nio s\u00e3o homenageados nesta edi\u00e7\u00e3o da Egb\u00e9 Mostra de Cinema Negro"},"content":{"rendered":"\n<p>Entre os dias 29 de mar\u00e7o e 5 de abril, acontece a 8\u00aa edi\u00e7\u00e3o da EGB\u00c9 \u2013 Mostra de Cinema Negro, em Aracaju. Como todos os anos, a mostra busca homenagear personalidades que contribu\u00edram e contribuem para a constru\u00e7\u00e3o do imagin\u00e1rio negro brasileiro. Valdice Teles e Mariano Ant\u00f4nio deixaram um legado inestim\u00e1vel para a cultura afro-sergipana, produzindo narrativas nos palcos e nas ruas que valorizaram a negritude do territ\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Certamente, Valdice e Mariano, se estivessem vivos, poderiam estar contribuindo para o nosso cinema negro. Celebrar suas mem\u00f3rias e feitos \u00e9 uma forma de olhar para suas trajet\u00f3rias e nos fortalecer para continuar realizando cinema e teatro negro sergipano&#8221;, destaca Luciana Oliveira, diretora-geral da mostra. Luciana ressalta, ainda, a dedica\u00e7\u00e3o de Valdice Teles \u00e0 educa\u00e7\u00e3o e o interesse de Mariano Ant\u00f4nio em inserir a cultura popular no teatro. &#8220;O que o corpo diz, o que o canto narra na cultura popular s\u00e3o nossas hist\u00f3rias afro-diasp\u00f3ricas, e ele foi genial nessa intersec\u00e7\u00e3o&#8221;, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p>Lindolfo Amaral, ator do Grupo Imbua\u00e7a, reconhecido como patrim\u00f4nio cultural do estado de Sergipe e que tem as ruas como palco principal, comenta sobre a escolha. &#8220;Homenagear Mariano Ant\u00f4nio, no ano em que se completam 30 anos de sua passagem, \u00e9 um lindo reconhecimento do importante trabalho art\u00edstico que ele desenvolveu. \u00c9, tamb\u00e9m, uma forma de rememorar sua trajet\u00f3ria&#8221;, destaca.<\/p>\n\n\n\n<p>O ator relembra o encantamento com que Mariano falava sobre sua inf\u00e2ncia em Itaporanga d&#8217;Ajuda, onde teve os primeiros contatos com manifesta\u00e7\u00f5es populares e com o circo mambembe. &#8220;Tal fato iluminou toda a sua trajet\u00f3ria. Ele era atra\u00eddo pelas manifesta\u00e7\u00f5es de rua. Havia algo que o provocava: as dan\u00e7as dram\u00e1ticas, o maracatu, o frevo, o samba e o teatro de rua, que estava dentro desse contexto. Ali\u00e1s, Mariano era um excelente dan\u00e7arino, al\u00e9m de ator e cantor&#8221;, comenta, ressaltando que, para ele, o maior legado deixado por Mariano Ant\u00f4nio para o Grupo Imbua\u00e7a foi sua pesquisa no campo das culturas populares, sua disciplina em qualquer atividade art\u00edstica e o respeito que tinha pelos mestres e brincantes.<\/p>\n\n\n\n<p>Para os aracajuanos, o nome Valdice Teles soa familiar, j\u00e1 que, no ano de seu falecimento, em 2005, foi inaugurada a Escola Oficina de Artes Valdice Teles, institui\u00e7\u00e3o voltada para o incentivo do desenvolvimento e aprimoramento do ensino das linguagens art\u00edsticas. Nascida em Riachuelo, al\u00e9m de pedagoga, Valdice foi atriz, dramaturga e diretora, al\u00e9m de ter integrado o Grupo Imbua\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>No epis\u00f3dio especial sobre Valdice, lan\u00e7ado pelo podcast da EGB\u00c9 em comemora\u00e7\u00e3o a esta edi\u00e7\u00e3o, Hector Sousa conta como a atriz uniu suas duas paix\u00f5es e viv\u00eancias, levando o teatro para a sala de aula e a sala de aula para o teatro, al\u00e9m de ter lutado, junto aos seus companheiros do Imbua\u00e7a, pela democracia em um per\u00edodo ditatorial. &#8220;\u00c0s vezes, a gente preparava um ensaio oficial para os censores, mas, quando cheg\u00e1vamos \u00e0 rua, faz\u00edamos o texto como ele era. Geralmente, havia fiscais infiltrados no p\u00fablico e, por diversas vezes, o Imbua\u00e7a foi chamado para responder por que havia feito aquilo. Sempre eu e Valdice \u00edamos (&#8230;) j\u00e1 se tremendo, cheg\u00e1vamos l\u00e1 e tinha toda aquela inquisi\u00e7\u00e3o&#8221;, conta a atriz e produtora Isabel Santos, relembrando as repreens\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Anne Samara, jornalista, realizadora audiovisual, atriz e apresentadora sergipana, \u00e9 um dos exemplos de como a vida e a obra de Valdice Teles ressoam at\u00e9 hoje. &#8220;Eu n\u00e3o convivi com Valdice Teles. Minha percep\u00e7\u00e3o \u00e9 a partir da Escola Oficina de Artes, \u00e9 a partir da imagem que vejo de Valdice Teles estampando o Teatro Atheneu. (&#8230;) Sempre que entro na escola, vejo o retrato dela e \u00e9 o retrato dessa mulher preta, de chap\u00e9u colorido e com esse sorriso imenso. Eu digo: que mulher grandiosa&#8221;, frisa Anne Samara.<\/p>\n\n\n\n<p>Como n\u00e3o poderia deixar de ser, o podcast da EGB\u00c9 tamb\u00e9m conta com um epis\u00f3dio especial sobre Mariano Ant\u00f4nio. Hiago Feitosa, respons\u00e1vel pela pesquisa, ressalta que o projeto se baseou muito nos relatos orais de pessoas que conviveram com ele ou, de alguma forma, foram marcadas pelo trabalho desses artistas afro-sergipanos. &#8220;Na pr\u00e1tica da pesquisa, \u00e9 sens\u00edvel contar essas hist\u00f3rias, porque se trata de narrativas negras que marcam de forma imensur\u00e1vel a arte e a cultura de Sergipe, partindo do teatro, mas alcan\u00e7ando outras plataformas, repensando possibilidades de construir e reconstruir nossa identidade por meio da cena, do corpo e das performances visuais&#8221;, destaca.<\/p>\n\n\n\n<p>Hiago, que tamb\u00e9m \u00e9 pesquisador acad\u00eamico, comenta como o legado inestim\u00e1vel desses artistas o ajudou. &#8220;Para n\u00f3s, pessoas negras, a cultura muitas vezes \u00e9 esse estandarte de luta, \u00e9 o que passa das nossas m\u00e3es, \u00e9 o que aprendemos com os mais velhos e o que n\u00e3o pode ficar relegado a um passado distante. Muito do que vi do trabalho de Mariano e Valdice foi essa virada de chave para manter essa cultura e arte vivas e em movimento&#8221;, reflete.<\/p>\n\n\n\n<p>As homenagens a Valdice Teles e Mariano Ant\u00f4nio acontecem ao longo da programa\u00e7\u00e3o da 8\u00aa EGB\u00c9 \u2014 Mostra de Cinema Negro, com momentos especiais dedicados \u00e0 sua mem\u00f3ria. A cerim\u00f4nia de abertura, no dia 29 de mar\u00e7o, marcar\u00e1 a entrega do Trof\u00e9u Severo D&#8217;Acelino, que ser\u00e1 recebido pelo Grupo Imbua\u00e7a em nome dos homenageados, reconhecendo suas contribui\u00e7\u00f5es inestim\u00e1veis para o teatro negro sergipano e a valoriza\u00e7\u00e3o das culturas afro-brasileiras. Assim, a Mostra reafirma seu compromisso com a preserva\u00e7\u00e3o dessas trajet\u00f3rias, fortalecendo a conex\u00e3o entre passado e presente para que a arte negra siga viva e em movimento.<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre a EGB\u00c9<\/p>\n\n\n\n<p>A EGB\u00c9 \u2013 Mostra de Cinema Negro \u00e9 um evento anual realizado com o objetivo de promover a cultura e o cinema negro no Brasil, al\u00e9m de ser uma plataforma de debate sobre quest\u00f5es raciais e protagonismo no audiovisual. Criada para dar visibilidade ao trabalho de cineastas negros e artistas afro-brasileiros, a Mostra se consolidou como um espa\u00e7o importante de resist\u00eancia e afirma\u00e7\u00e3o da cultura negra. A 8\u00aa edi\u00e7\u00e3o se reafirma, assim, como um importante evento de valoriza\u00e7\u00e3o da cultura negra, um espa\u00e7o de resist\u00eancia cultural e pol\u00edtica, e uma plataforma de forma\u00e7\u00e3o e fortalecimento da identidade afro-sergipana, promovendo debates essenciais sobre o papel do cinema e da educa\u00e7\u00e3o na luta contra o racismo e pela valoriza\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria negra.<\/p>\n\n\n\n<p>PROGRAMA\u00c7\u00c3O COMPLETA<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;29 MAR\u00c7O &#8211; S\u00c1BADO<\/p>\n\n\n\n<p>Local: Cine Vit\u00f3ria<\/p>\n\n\n\n<p>16h &#8211; Mesa: Atravessamentos entre Teatro e Cinema Negro<\/p>\n\n\n\n<p>Convidados: Severo D&#8217;Acelino, Jonathan Rodrigues, Rita Maia. Media\u00e7\u00e3o: Hiago Feitosa<\/p>\n\n\n\n<p>18h30 &#8211; Entrega do Trof\u00e9u Severo D&#8217;Acelino: Mariano Ant\u00f4nio Ferreira e Valdice Teles<\/p>\n\n\n\n<p>19h &#8211; Exibi\u00e7\u00e3o do Longa Convidado &#8220;Othelo, o Grande&#8221; &#8211; Dir. Lucas H. Rossi dos Santos (2023)<\/p>\n\n\n\n<p>20h30 &#8211; Di\u00e1logo com o diretor do filme<\/p>\n\n\n\n<p>31 DE MAR\u00c7O &#8211; SEGUNDA<\/p>\n\n\n\n<p>Local: Centro de Criatividade<\/p>\n\n\n\n<p>14h \u00e0s 17h &#8211; Oficina &#8220;Som e Oralidade&#8221; com Edwyn Gomes e Gabriel Muniz<\/p>\n\n\n\n<p>Local: Cine Vit\u00f3ria<\/p>\n\n\n\n<p>15h &#8211; Mostrinha Vunji (Infantil. Classifica\u00e7\u00e3o: Livre)<\/p>\n\n\n\n<p>Tom Tamborim (Dir. Maria Carolina e Igor Souza. Anima\u00e7\u00e3o. 10 min)<\/p>\n\n\n\n<p>Mar\u00e9 Braba (Dir. P\u00e2mela Peregrino. Anima\u00e7\u00e3o. 7 min)<\/p>\n\n\n\n<p>Bia Desenha (Dir. Neco Tabosa. Anima\u00e7\u00e3o. 9min)<\/p>\n\n\n\n<p>Iemanj\u00e1 Yemoj\u00e1: A cria\u00e7\u00e3o das ondas (Dir. C\u00e9lia Harumi. Anima\u00e7\u00e3o. 9 min)<\/p>\n\n\n\n<p>19h &#8211; Mostra oficial EGB\u00c9 (Livre)<\/p>\n\n\n\n<p>De tudo um pouco sabia costurar (Dir. Y\u00e9rsia Assis e Felipe Moraes \u2013 SE. 24min)<\/p>\n\n\n\n<p>Escava\u00e7\u00e3o (Dir. Alex Reis \u2013 RJ. 5min)<\/p>\n\n\n\n<p>Para as gera\u00e7\u00f5es que vieram antes de mim (Dir. Filipe Bretas Lucas \u2013 MG. 13min)<\/p>\n\n\n\n<p>Alaroke: uma hist\u00f3ria ao culto dos orix\u00e1s em Sergipe (Dir. Lucas Cachalote &#8211; SE. 25min)<\/p>\n\n\n\n<p>A saudade em um batuque (Dir. Milena Carvalho \u2013 Brasil. 16min)<\/p>\n\n\n\n<p>1 DE ABRIL &#8211; TER\u00c7A<\/p>\n\n\n\n<p>Local: Centro de Criatividade<\/p>\n\n\n\n<p>14h \u00e0s 17h &#8211; Oficina &#8220;Som e Oralidade&#8221; com Edwyn Gomes e Gabriel Muniz<\/p>\n\n\n\n<p>Local: Cine Vit\u00f3ria<\/p>\n\n\n\n<p>15h &#8211; Mostra convidada &#8211; EGB\u00c9 + MIMB: Mostra Itinerante de Cinemas Negros Mahomed Bamba<\/p>\n\n\n\n<p>Jussara (Dir. Camila Ribeiro. Anima\u00e7\u00e3o. Salvador. 8 min &#8211; Livre)<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m da cancela (Dir. Margarete Jesus. Fic\u00e7\u00e3o. Salvador. 24 min &#8211; Livre)<\/p>\n\n\n\n<p>Remendo (Dir. Roger Gomes Ghil. Fic\u00e7\u00e3o. Vila Velha. 20 min &#8211; 13 anos)<\/p>\n\n\n\n<p>Deixa (Dir. Mariana Jaspe. Fic\u00e7\u00e3o. Rio de Janeiro. 14 min -16 anos)<\/p>\n\n\n\n<p>19h &#8211; Mesa (online): Cinema Negro e Educa\u00e7\u00e3o Antirracista<\/p>\n\n\n\n<p>Convidados: Clementino J\u00fanior e Larissa Fulana de Tal. Media\u00e7\u00e3o: Jos\u00e9 Figueiredo<\/p>\n\n\n\n<p>2 DE ABRIL &#8211; QUARTA<\/p>\n\n\n\n<p>Local: Centro de Criatividade<\/p>\n\n\n\n<p>14h \u00e0s 17h &#8211; Oficina &#8220;Som e Oralidade&#8221; com Edwyn Gomes e Gabriel Muniz<\/p>\n\n\n\n<p>Local: Cine Vit\u00f3ria<\/p>\n\n\n\n<p>15h &#8211; Filmes mo\u00e7ambicanos em seguida bate-papo com a curadora Y\u00e9rsia Assis (Classifica\u00e7\u00e3o: 12 anos)<\/p>\n\n\n\n<p>Trist\u00e2nia &#8211; O rastilho de esperan\u00e7a (Dir. Lutegardo Gon\u00e7alves. Mo\u00e7ambique. Fic\u00e7\u00e3o. 5min)<\/p>\n\n\n\n<p>Mahla (Dir. Mickey Fonseca. Mo\u00e7ambique. Fic\u00e7\u00e3o. 29min)<\/p>\n\n\n\n<p>Kuxa Kanema E22 (Dir. Isamael Vulvo e Jos\u00e9 Batptista &#8211; Document\u00e1rio &#8211; 10 min)<\/p>\n\n\n\n<p>Ofensiva (1980) (Dir. Camilo de Sousa &#8211; Document\u00e1rio &#8211; 32 min)<\/p>\n\n\n\n<p>19h &#8211; Exibi\u00e7\u00e3o do Longa Convidado &#8220;Ginga Reggae na Jamaica do Brasil&#8221; &#8211; Dir. Nayra Albuquerque (2023)<\/p>\n\n\n\n<p>20h30 &#8211; Bate-papo com a diretora<\/p>\n\n\n\n<p>3 DE ABRIL &#8211; QUINTA<\/p>\n\n\n\n<p>Local: Centro de Criatividade<\/p>\n\n\n\n<p>14h \u00e0s 17h &#8211; Oficina &#8220;Som e Oralidade&#8221; com Edwyn Gomes e Gabriel Muniz<\/p>\n\n\n\n<p>Local: Cine Vit\u00f3ria<\/p>\n\n\n\n<p>15h &#8211; Mostrinha Vunji (Infantil. Classifica\u00e7\u00e3o: Livre)<\/p>\n\n\n\n<p>Tom Tamborim (Dir. Maria Carolina e Igor Souza. Anima\u00e7\u00e3o. 10 min)<\/p>\n\n\n\n<p>Mar\u00e9 Braba (Dir. P\u00e2mela Peregrino. Anima\u00e7\u00e3o. 7 min)<\/p>\n\n\n\n<p>Bia Desenha (Dir. Neco Tabosa. Anima\u00e7\u00e3o. 9min)<\/p>\n\n\n\n<p>Iemanj\u00e1 Yemoj\u00e1: A cria\u00e7\u00e3o das ondas (Dir. C\u00e9lia Harumi. Anima\u00e7\u00e3o. 9 min)<\/p>\n\n\n\n<p>19h &#8211; Filmes angolanos em seguida bate-papo com a curadora Y\u00e9rsia Assis<\/p>\n\n\n\n<p>Alambamento (Dir. Fradique &#8211; Angola &#8211; 15min &#8211;&nbsp; 2010)<\/p>\n\n\n\n<p>L\u00facia no c\u00e9u com sem\u00e1foros (Dir. Ery Claver&nbsp; e Gretel Marin &#8211; 15min &#8211; 2018)<\/p>\n\n\n\n<p>Os Ouvidos Que Ouvem(Dir. Hugo Salvaterra &#8211; 15min &#8211; 2016)<\/p>\n\n\n\n<p>4 DE ABRIL &#8211; SEXTA<\/p>\n\n\n\n<p>Local: Centro de Criatividade<\/p>\n\n\n\n<p>14h \u00e0s 17h &#8211; Oficina &#8220;Som e Oralidade&#8221; com Edwyn Gomes e Gabriel Muniz<\/p>\n\n\n\n<p>19h &#8211; Mostra convidada &#8211; EGB\u00c9 + Infinita: Festival de Cinemas Negros e Ind\u00edgenas<\/p>\n\n\n\n<p>Nada haver (Dir. Juliano Gomes. Experimental. Rio de Janeiro. 11 min)<\/p>\n\n\n\n<p>Quando Aqui (Dir. Andr\u00e9 Novais. Drama. Minas Gerais. 36 min)<\/p>\n\n\n\n<p>Ora\u00e7\u00e3o (Dir. Haroldo Saboia. Experimental. S\u00e3o Paulo. 30 min)<\/p>\n\n\n\n<p>Patu\u00e1 (Dir. Renaya Dorea. Experimental. RJ e Cuba. 3 min)<\/p>\n\n\n\n<p>20h30 &#8211; Performance &#8220;Corpo-Terra&#8221; com Jonathan Rodrigues.<\/p>\n\n\n\n<p>5 DE ABRIL &#8211; S\u00c1BADO<\/p>\n\n\n\n<p>Local: Cine Vit\u00f3ria<\/p>\n\n\n\n<p>15h &#8211; Encontro de profissionais do audiovisual negro sergipano<\/p>\n\n\n\n<p>18h &#8211; Exibi\u00e7\u00e3o do filme &#8220;Black Rio, Black Power&#8221; &#8211; Dir. Em\u00edlio Domingos<\/p>\n\n\n\n<p>19h30 &#8211; Mesa: Di\u00e1logos entre Hist\u00f3ria e Audiovisual Negro<\/p>\n\n\n\n<p>Convidados: Dom Fil\u00f3 (CULTNE); Petr\u00f4nio Domingues (UFS); Media\u00e7\u00e3o: K\u00eania Freitas (UFS\/FICINE\/SANKOFA)<\/p>\n\n\n\n<p>Local: Doca<\/p>\n\n\n\n<p>22h &#8211; Show de Encerramento com DJ Rafa Arag\u00e3o, Rol\u00ea DY Negr\u00e3o (Baile Charme) e Mestre Saci<\/p>\n\n\n\n<p>Servi\u00e7o<\/p>\n\n\n\n<p>8\u00aa EGB\u00c9 \u2013 Mostra de Cinema Negro<\/p>\n\n\n\n<p>Data: 29 de mar\u00e7o a 5 de abril de 2025<\/p>\n\n\n\n<p>Locais:<\/p>\n\n\n\n<p>Cine Vit\u00f3ria (Galeria Rua do Turista), bairro Centro.<\/p>\n\n\n\n<p>Centro de Criatividade \u2014&nbsp; Rua Dom Bosco, n.\u00ba 119, bairro Cirurgia.<\/p>\n\n\n\n<p>Doca \u2014&nbsp; Desembargador Maynard, n.\u00ba 92, bairro Cirurgia.<\/p>\n\n\n\n<p>Ayalla Anjos \u2013 Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entre os dias 29 de mar\u00e7o e 5 de abril, acontece a 8\u00aa edi\u00e7\u00e3o da EGB\u00c9 \u2013 Mostra de Cinema Negro, em Aracaju. Como todos os anos, a mostra busca homenagear personalidades que contribu\u00edram e contribuem para a constru\u00e7\u00e3o do imagin\u00e1rio negro brasileiro. 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