{"id":8708,"date":"2025-05-26T15:50:38","date_gmt":"2025-05-26T18:50:38","guid":{"rendered":"https:\/\/espacolivresergipe.com.br\/?p=8708"},"modified":"2025-05-26T15:50:39","modified_gmt":"2025-05-26T18:50:39","slug":"colecao-coivara-da-casa-de-marimbondo-conecta-expressao-cultural-ancestral-e-design","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacolivresergipe.com.br\/index.php\/2025\/05\/26\/colecao-coivara-da-casa-de-marimbondo-conecta-expressao-cultural-ancestral-e-design\/","title":{"rendered":"Cole\u00e7\u00e3o Coivara da Casa de Marimbondo conecta express\u00e3o cultural ancestral e design"},"content":{"rendered":"\n<p>Apresentada na MADE, a nova cole\u00e7\u00e3o da marca sergipana traz pe\u00e7as de mobili\u00e1rios e objetos<\/p>\n\n\n\n<p>Mais uma vez, a marca Casa de Marimbondo buscou inspira\u00e7\u00e3o em uma express\u00e3o cultural ancestral da zona rural e do pantanal sergipano para criar sua nova cole\u00e7\u00e3o, a Coivara. Ela ser\u00e1 apresentada na MADE, de 28 de maio a 1\u00ba de junho, em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n\n\n\n<p>A t\u00e9cnica sustent\u00e1vel de rota\u00e7\u00e3o de terras e queima controlada de vegeta\u00e7\u00e3o para criar \u00e1reas f\u00e9rteis para o plantio foi o ponto de partida para a multiartista e designer Nan\u00e1 Oliveira criar as pe\u00e7as da Coivara.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignright\"><a href=\"https:\/\/www.faxaju.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/f3fe60b0-94e8-41cc-bb30-9ab6b30d141a.jpeg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.faxaju.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/f3fe60b0-94e8-41cc-bb30-9ab6b30d141a-200x300.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-520664\"\/><\/a><\/figure><\/div>\n\n\n<p>&#8220;Na pr\u00e1tica e na po\u00e9tica, ir para a coivara \u00e9 renascer, \u00e9 alimentar a vida com a pr\u00f3pria vida, mesmo que em cinzas. Coivarar \u00e9 um verbo de muita a\u00e7\u00e3o, porque essa lida \u00e9 dif\u00edcil e \u00e1rdua. \u00c9 uma esp\u00e9cie de vig\u00edlia para que o fogo n\u00e3o se alastre e destrua tudo. A preserva\u00e7\u00e3o dessa pr\u00e1tica comunit\u00e1ria e ancestral \u00e9 de uma nobreza sem tamanho&#8221;, explica Nan\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p>A experi\u00eancia de ter participado de coivaras alimentou o processo criativo da multiartista. Mas foi preciso se aprofundar nos contextos hist\u00f3ricos para fazer a conex\u00e3o para a concep\u00e7\u00e3o das pe\u00e7as. &#8220;Desta vez, o conceito veio antes da forma das pe\u00e7as. Nas outras cole\u00e7\u00f5es da Casa de Marimbondo, as cria\u00e7\u00f5es mimetizavam objetos do cotidiano das comunidades tradicionais. A cole\u00e7\u00e3o Coivara n\u00e3o tem essa obviedade em suas linhas; \u00e9 uma evolu\u00e7\u00e3o do design que fazemos, agora de forma mais livre e f\u00e9rtil&#8221;, conta a designer.<\/p>\n\n\n\n<p>A cole\u00e7\u00e3o Coivara \u00e9 composta por um aparador orat\u00f3rio, uma gamela, uma lumin\u00e1ria e tr\u00eas bancos, considerados o ponto central da cole\u00e7\u00e3o. Inspirada no tradicional banquinho caipira, a cole\u00e7\u00e3o apresenta desenhos distintos que se conectam por meio da marcenaria. A madeira e a fibra da taboa s\u00e3o os elementos centrais. O tra\u00e7ado da taboa se apresenta em aplica\u00e7\u00e3o nova. J\u00e1 a madeira vem em seis esp\u00e9cies diferentes: maracatiara, roxinho, freij\u00f3, amendoeira, cora\u00e7\u00e3o de negro e pequi\u00e1.&nbsp; As diferentes cores s\u00e3o utilizadas em algumas pe\u00e7as dos tons escuros, na base, para os mais claros, na parte superior, simulando labaredas.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A marcenaria vem para essa cole\u00e7\u00e3o como um processo construtivo tradicional de grande sabedoria. Eu estive na oficina prototipando e participando da confec\u00e7\u00e3o e finaliza\u00e7\u00e3o de cada pe\u00e7a. A madeira tem vida, assim como a fibra da taboa, e entender os seus processos s\u00e3o grandes aprendizados&#8221;, conclui Nan\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre a @casade.marimbondo:<\/p>\n\n\n\n<p>A Casa de Marimbondo \u00e9 uma marca de mobili\u00e1rios e artefatos brasileiros. Lan\u00e7ada em 2023, mant\u00e9m suas origens, estudando e aprimorando t\u00e9cnicas manuais tradicionais, associadas ao design genuinamente brasileiro. Assim como as casas de marimbondos, a marca constr\u00f3i rela\u00e7\u00f5es consistentes e s\u00f3lidas, trabalhando de forma horizontal e coletiva, com senso de defesa agu\u00e7ada. Com um olhar contempor\u00e2neo, observa a cultura e os modos de vida dessas comunidades, o que influencia diretamente na elabora\u00e7\u00e3o dos mobili\u00e1rios e artefatos.&nbsp; Criada pela multiartista e Nan\u00e1 Oliveira, a Casa de Marimbondo participa de todo o processo criativo e manual da produ\u00e7\u00e3o das pe\u00e7as, sempre com a colabora\u00e7\u00e3o de outros artistas, artes\u00e3os e criadores. Tem como objetivo preservar a cultura do Nordeste, gerar prosperidade e novas fontes de renda para as mulheres que trabalham com a marca.<\/p>\n\n\n\n<p>Assessoria de Imprensa Vor\u00e1 Comunica\u00e7\u00e3o Integrada &#8211; Silvia Dias &#8211; Foto: Oliver Dantas<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apresentada na MADE, a nova cole\u00e7\u00e3o da marca sergipana traz pe\u00e7as de mobili\u00e1rios e objetos Mais uma vez, a marca Casa de Marimbondo buscou inspira\u00e7\u00e3o em uma express\u00e3o cultural ancestral da zona rural e do pantanal sergipano para criar sua nova cole\u00e7\u00e3o, a Coivara. 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